✧ Miley Cyrus na Vogue alemã
Publicado em: 06 Fevereiro, 2014 por aiav Em: Fotos, Photoshoots, Revistas, Scans Comentários: Nenhum comentário

Na manhã de hoje foram divulgadas várias fotos da revista Vogue alemã com um novo photoshoot de Miley.

Confere as várias capas da revista e mais algumas fotos das páginas da revista:

 






✧ Miley Cyrus na capa da revista LOVE
Publicado em: 03 Janeiro, 2014 por aiav Em: Fotos, Revistas, Scans Comentários: Nenhum comentário

Miley é a capa da edição de Fevereiro da revista britânica LOVE.

Podem conferir a capa clicando na miniatura:






✧ Scans da Harpers Bazaar
Publicado em: 25 Outubro, 2013 por aiav Em: Fotos, Revistas, Scans Comentários: Nenhum comentário

O site MileyHQ divulgou as scans da edição de Outubro da revista Harpers Bazaar, que tem Miley na capa.

Confere as scans:






✧ Scans do encarte da versão deluxe de “Bangerz”
Publicado em: 05 Outubro, 2013 por aiav Em: CDs, Fotos, Scans Comentários: Nenhum comentário

O MileyHQ divulgou os scans do encarte, capa, contra-capa e autocolantes da versão deluxe de “Bangerz”.

Podem conferir as scans clicando nas miniaturas:






✧ Miley na Harper’s Bazaar de Outubro
Publicado em: 16 Setembro, 2013 por aiav Em: Artigos, Entrevistas, Fotos, Photoshoots, Scans Comentários: Nenhum comentário

 

Miley está na capa da edição de Outubro da revista Harper’s Bazaar, mesmo a tempo do lançamento do seu novo álbum, Bangerz.

E neste post vão poder ler a entrevista de Miley para a revista, traduzida, e ver a capa da revista mais o photoshoot que Miley fez para a mesma.

Entrevista

Miley Cyrus está a usar uma sweatshirt grande e mais nada, aconchegada numa autocaravana estacionada na parte de fora do Soundstage 24 nos estúdios da Paramount em Los Angeles. Ela acabou de desfazer o seu “kit,” que é o que a estrela pop de 20 anos chama ao saco de desporto cheio de acessórios fabulosos, vistosos, que ela traz para todo o lado. Há suspensórios e cintos da Chanel, colares da Versace, saltos altos, chapéus, e quilómetros de correntes de ouro. “Eu nunca sei quando vou ficar tipo, ‘Sessão fotográfica!’ E eu preciso de algumas coisas estranhas para arrasar.” O que aconteceria se houvesse uma multidão de paparazzi? Ou pior: “Se eu chegar à sessão fotográfica e o estilista não presta? Por isso eu trago as minhas coisas.” Cyrus, cujo quarto álbum, Bangerz, que sai neste mês, está hoje a filmar uma promoção para a MTV – e, claro, quando ela está vestida com um justo top branco e calções pretos pequenos, ela mergulha no seu kit para pôr colares de ouro e um cinto da vintage Chanel.

Já passou um ano desde que “comecei a dominar o mundo,” ela diz, sem saber que está a citar um comentário que Madonna fez no American Bandstand há quase trinta anos atrás, quando ela própria era uma rapariga de 20 anos cheia de acessórios. (Em 1984, quando perguntada por Dick Clark quais eram os seus planos para o futuro, Madonna respondeu, “Conquistar o mundo.”) Tudo começou quando a cara da Disney rapou os lados e a nuca da sua cabeça, deixando um choque platinado no topo. “Mudou mais a vida dos outros do que a minha,” Cyrus diz com um riso sobre o seu novo cabelo. Mas ela não está a gozar: Desde que acabou a série Hannah Montana em 2011, a rapariga pequena que tinha uma vida dupla num aclamado programa para crianças está a voltar ao público como uma sensação pop provocadora.

O novo visual aparentemente tinha sido preparado há algum tempo. Cyrus lançou o álbum Can’t Be Tamed durante o ano final como Hannah Montana. Quando o programa acabou, ela semi-reformou-se. “Eu descolei e só queria festejar. Eu trabalhei tanto, e queria comprar uma casa só para relaxar.” Ela saiu da casa que partilhava com os pais, o cantor Billy Ray (da fama de “Achy Breaky Heart”) e Tish Cyrus, e foi viver com o seu noivo, Liam Hemsworth. “Eu era uma adulta quando era suposto ser uma criança. Agora sou adulta e estou a agir como uma criança,” ela diz. “Haviam alturas em que estava sentada na minha grande casa e pensava, ‘Eu nem consigo acreditar que posso viver sozinha.'” (Ela e Hemsworth têm andado a começar e a acabar, mas ela recusa-se a falar sobre a relação. Ela, no entanto, diz que ainda tem planos para se casar. Eventualmente. “Eu definitivamente não tenho tempo para tratar do casamento agora. Mas eu vou a qualquer altura.”) Ela comprou um carro, um Maserati branco com um motor Ferrari, e construiu uma rampa de skate no seu pátio porque ela era demasiado famosa para ir aos parques de skate no seu bairro. “Eu quero a minha casa seja uma casa de festas!” ela diz, mostrando um sorriso com os lábios pintados de vermelho claro.

Por falar em festas, Cyrus fala de Justin Bieber, cuja rebeldia adolescente está em alta (evidenciado pelo incidente do macaco e serenatas nuas). Ela quer elaborar o seu conselho que recentemente lhe deu: “Eu não estou a dizer que precisas de fazer uma pausa porque estás maluco. Estou a dizer que precisas de tirar uma pausa para seres maluco, e as pessoas não te vão julgar. Vais fazer coisas estúpidas. Mas faz isso no teu tempo. Faz cuidadosamente. Consegues proteger-te e ainda assim divertires-te.” Ela fala de outras celebridades que já foram presas por conduzirem embriegadas. “Porque é que eles não arranjam um motorista?”

Cheia de bling, platina, e com aquele corpo à mostra, é claro que Cyrus está a conduzir a sua nova imagem. Vejam o seu muito falado vídeo para o seu hit “We Can’t Stop,” que a mostra a mexer eroticamente com bonecos. “Estamos num mundo de auto-retratos,” ela diz sobre as pouco convencionais fotos de glamour no vídeo. “Eu disse à minha gravadora: ‘Esta é a primeira vez que vos estou a mostrar o que vou trazer à mesa como artista. Se isto correr mal, não precisam nuncam mais de confiar em mim. Eu vou ser a vossa marioneta. Mas se eu estiver certa, então sabem que eu estou a fazer algo.'” De facto, ela estava a fazer algo – o vídeo arrecadou quase 11 milhões de visualizações em apenas um dia no Vevo.com.

A sua habilidade para fazer twerk, um calão para a marca do hip-hop de mexer o rabo, estreou no vídeo também. Cyrus diz que ela aprendeu a fazer twerk quando ela viajou para a Atlanta desde Nashville e fez concursos de danças em parques de estacionamento com as suas amigas. Elas ouviam as músicas em festas e praticavam a dança. “Não as raparigas country que usam saias e botas de cowboy,” ela adiciona. Só para dizer que ela não está a criticar o estilo de Taylor Swift. Qual é a melhor coisa de ser country? “Não há nenhuma rapariga aqui que está a apoiar as raparigas country que querem festejar.”

Enquanto Cyrus está feliz com a sua atitude, ela manteve os pés no chão pavimentado pelo seu pai famoso. “Os meus pais sempre tiveram dinheiro, e eu sempre estive nesta indústria, por isso eu não fiquei surpresa ou obcecada com ser famosa,” ela explica. Antes de mudar de casa, aos 13 anos, com a sua inteira para Los Angeles para filmar Hannah Montana, ela vivia numa quinta onde as crianças podiam ser o que quisessem. A sua nova vida na Califórnia não é difrente. “Quando eu estava a crescer, eu nem sequer notava que eu estava a fazer este dinheiro todo. Há algo no dinheiro que faz as pessoas mudar. Mas eu nunca não tive [dinheiro]. Por isso quando o recebi, não fiquei obcecada em tê-lo.”

Ela confia nos seus instintos, e anda com pessoas discretas. “No outro dia vi que a Lindsay Lohan estava a livrar-se de, tipo, 80 dos seus amigos porque ela quer livrar-se das pessoas tóxicas. Eu, tipo, ‘Querida, vais ter que sair deste universo porque a qualquer lado que vás há pessoas tóxicas.’?” A sua melhor amiga é a sua maquilhadora, e maior parte dos seus amigos não são famosos – e são rapazes. Ela gosta quando lhe pedem para conduzir o seu Maserati, e ela deixa-os.

O seu mentor Pharrell Williams, o seu mentor na mudança de visual e co-produtor do álbum, que teve dois hits neste verão. (Tens que viver debaixo de uma pedra se perdeste “Blurred Lines” com Robin Thicke e “Get Lucky” com Daft Punk.) “A filosofia dele é que não interessa o que usas, mas a maneira que usas. Não é sobre o vídeo que estás a fazer, é como o estás a fazer.” Ela diz que ele encorajou o seu estilo no vídeo de “We Can’t Stop” também. “Eu acho que todas as raparigas estão a tentar fazer algo com beleza para provar que sabem vestir. Mas eu consigo estar em leggings e um top brancos e estou num nível diferente que elas nem conseguem chegar porque elas não sabem como fazer.” Cyrus diz que Williams é a sua “pedra,” o única homem a quem ela pode confiar a sua música.

Ele é igualmente efusivo como Cyrus, que deixou uma boa impressão nele na primeira reunião. “Eu lembro-me de lhe dizer que ela era diferente,” Williams lembra. “Ela sabia o que gostava. Eu continuei a pensar, ‘Ela tem algo.’?” O que foi trabalharem juntos no novo álbum? “Ela tem uma energia, não iriam acreditar. Eu gosto que ela se esteja a expressar.” Ele não está preocupado com ela cair, como muitas estrelas infantis. “Tem tudo a ver com os pais e da maneira como foi educada,” diz Williams. “Há algo nas pessoas do sul que é difícil dizer.” Se calhar é só isso: Mesmo que Miley seja uma artista de segunda geração, os Cyrus não são pessoas do showbiz.

No fim, ela põe a atuação em último lugar por agora. “Eu não quero muito saber em fazer coisas como atuar,” ela diz. “Eu quero fazer que os meus vídeos sejam tão épicos que pareçam que eu ainda estou envolvida com a atuação.” Hannah Montana esgotou-a, talvez. “Eu tive [os produtores] a porem lâmpadas de luz solar porque eu estava a ficar deprimida por falta de vitamina D,” ela diz sobre as duas últimas temporadas da série, depois da marca expandir para filmes e digressões mundiais.

Miley brincou com a moda também, mas ela não ficou satisfeita. Ela fez um contrato com a Walmart em 2009, e depois ficou desiludida quando a linha não ficou como esperava. “Eu fui lá e vi, tipo, um cãozinho na camisola. E fiquei, ‘Não era isso o que eu queria.’ Eu queria calças justas, eu queria que a Walmart tivesse Jeggings!” (Walmart acabou a linha em 2012.) Ela diz que ama jóias e considera em trabalhar nelas, quando tiver tempo: “Fazer coisas reais e com boa qualidade. Não quantidade. Mas não agora, só quando conseguir fazer a 120%. Eu não quero pôr o meu nome em qualquer coisa.”

O que resta é a Miley e a sua música. O que parece ser a única coisa da sua vida que não a está a stressar. (Em adição à suposta relação instável, os seus pais separaram-se e reconciliaram-se este verão – outro tópico que ela não queria falar.) “Sou uma pessoa que quer saber das coisas reais da vida. Há coisas que são pessoais e que me stressam, mas a minha carreira? Não me afeta. Eu sei o que é suposto eu estar a fazer.” Ela levanta os dedos, que têm longas unhas e com anéis de ouro, e  põe a sua franja platinada fora da sua cara. “Eu não tenho medo de nada.”


Capa

Photoshoot

 

Fonte | Tradução: MileyForeverFans






✧ Entrevista de Miley para a revista Attitude
Publicado em: 14 Setembro, 2013 por aiav Em: Entrevistas, Fotos, Outros, Scans Comentários: Nenhum comentário

 

Miley cedeu uma entrevista à revista Attitude, uma revista dedicada ao público gay, durante a sua passagem por Londres.

Confere as scans da revista mais a entrevista traduzida abaixo:

 

 

Tens apenas 20 anos mas já tens fãs gays completamente obcecados contigo. Porque é que achas que é assim?
Porque eu sou obcecada com os meus fãs gays! Sabes, eu não acho que as pessoas se apercebem o quão fieis os fãs gays são: eles são as pessoas que realmente se preocupam com o que estás a vestir e onde vais sair e o que fazes no dia-a-dia. Olha para as carreiras das lendas femininas como a Cher, Diana Ross, Tina Turner, Madonna… Foi isso que as deu força para andar.

E a tua madrinha, claro.
Yeah! Eu quero dizer, quase todas as pessoas na audiência dela são gay e quase toda a gente que trabalha com ela é gay. É a lealdade e eu estou a começar a sentir isso. Literalmente, se conduzires até à baixa de LA em West Hollywood, vais ouvir “We Can’t Stop” a tocar em todos as discotecas tipo, 24 horas por dia, 7 dias por semana. É incrível.

Eu acho que os teus fãs gays vão realmente relacionar com “Wrecking Ball”, a maior música do álbum “eu fodi o meu relacionamento”.
Obrigada! “Wrecking Ball” é o oposto de “We Can’t Stop”. “We Can’t Stop” é tipo “Party In The USA”: faz-te sentir bem, é um hino do verão e não é para ser emocional. Mas “Wrecking Ball” tem tanta emoção, faz-me lembrar de uma música da Adela. É tipo, está aqui uma pessoa que está mesmo a sofrer e a pôr o sofrimento na música.

Embora que não se sinta deprimida ou chorosa.
Yeah, mesmo que as letras sejam deprimentes, não nos sentimos dessa maneira ao ouvi-la porque não é lenta; é uma grande, poderosa balada. Eu acho que podia ser remixada para discotecas e ainda iria soar ótima – como eles fizeram com a música da Adele, “Rumour Has It”.

Vais às discotecas muitas vezes?
Yeah! Claro que sim! Na América não é suposto beberes, mas… qualquer coisa.

Não ficas incomodada?
Assim que estou dentro da discoteca, estou bem: é na parte de fora do clube que as pessoas são irritantes. Mas eu vou sempre pelas traseiras e assim não tenho que lidar com isso tudo.

A que tipo de clubes vais?
Eu adoro os bares gays e LA é o melhor sítio para isso. Existe uma rua só para bares gay em West Hollywood, tipo todos os lugares.

Conheces o bar festeiro em LA chamado Micky’s?
Sim, eu adoro o Micky’s! E há agora um novo lugar mesmo porco que tu podias ir da próxima vez que fores a LA. Há uns buracos na  parede e eles põem as suas partes neles. É muito engraçado de ir a esse bar.

Como se chama?
Oh, não me lembro! É, literalmente, chamado de uma maneira engraçada. Chama-se… Vou ter que perfuntar ao meu maquilhador depois da entrevista. Acredita em mim, ele sabe! Eu adoro porque as pessoas vão lá para se divertir. Eles só querem dançar uns com os outros – é mais para dançar do que tirar fotografias. Também, eu adoro poder estar numa rua e tipo saltar de festa em festa em vez de ter que conduzir toda a noite.

Esse é o lado mau de viver em LA?
LA não tem nada a ver com Nova Iorque ou Londres onde podes ficar numa área toda a noite. Tens sempre que conduzir. West Hollywood é o único sítio onde podes saltar de bar em bar. É como uma comunidade: eles têm a sua própria polícia e leis. Eu acho que podes fumar erva nas ruas de WeHo, o que não podes fazer no resto de LA. Eles não querem saber, é maravilhoso! É o lugar mais feliz da terra – toda a gente é gay e pedrado!

Eu uma vez vi um cão a beber um latte em WeHo.
Não pode! Uma vez – isto vai parecer uma piada – eu vi um sem-abrigo a usar um iPad. Eu fiquei tipo, “Isto é West Hollywood: tens que tweetar na mesma.”

Obviamente tenho que te perguntar sobre o vídeo de “We Can’t Stop”. É assim que uma festa da Miley é?
Sim, eu queria que ficasse verdadeiro, porque agora nesta indústria parece tudo falso. Não há nenhuma rapariga que apoia o ser real, e, não falso. Metado do tempo eu nem notava que estava a fazer caras estúpidas, mas eu não queria que o vídeo fosse cheio de beleza. Obviamente é exagerado e tem um elemento de fantasia, mas para mim parece real. Eu vivo em LA com um monte de malucos e é assim que se festeja. Tipo, a galdéria gigante na cozinha que mede 2 metros, é uma amiga minha chamada Amazon Ashley que trabalha numa discoteca louca onde vamos.

Houve alguma pressão da tua gravadora para não exagerar?
Houve, mas eu só disse: “Olhem, se for um fiasco, podem nunca mais confiar em mim, mas eu prometo que não vai falhar. Eu sei o que estou a fazer.”

Sabias que as pessoas iriam perceber?
Eu sabia que os jovens iriam. Eu sou jovem, eu sei o que é fixe e eu sei o que as pessoas querem ver agora. A indústria está a mudar. Eu acho que é por isto que a Britney é lendária. Ela é uma das últimas estrelas que se agarrou ao que o pop era: coreografado e perfeito. Britney quase que não era uma pessoa real nos vídeos. As pessoas querem agora um bocado de mais realidade por causa de coisas como o Twitter. As pessoas querem-se sentir ligadas a ti um bocado mais.

Falando do twitter, há alguma coisa que guardas para ti? Tens 13 milhões de seguidores agora.
Eu não quero responder a coisas que são muito pessoais. Para mim, o Twitter é sobre ligar-me aos fãs e deixá-los entrar um bocado na minha vida pessoal, mas falar sobre o que eu quero. Eu acho que temos que guardar alguma coisa para as pessoas nos acharem interessantes. Se este trabalho fosse só tweetar e cantar, toda a gente podia ser famosa.

Nestes últimos anos, tens usado o teu perfil para falar publicamente em apoiar a igualdade dos casamentos. O que te fez apoiar?
Porque para mim, é louco isto só acontecer agora. Estamos em 2013, pessoal! Eu vivo numa cidade onde parece que toda a gente é gay, por isso parece-me uma coisa de um mundo antigo onde há ainda sítios onde as pessoas gay não se podem casar. Eu espero que quando tiver filhos e eles cresçam vai ser como a minha avó a falar sobre as pessoas serem separadas pela cor. Espero que os meus filhos fiquem, “O que queres dizer quando as pessoas não podiam casar?” Porque, por essa altura, vai parecer uma coisa estrangeira, estranha.

Ainda há muito para percorrer.
Eu sei, mas as pessoas ainda dizem coisas tão fodidas. Eu ainda não compro roupas no Urban Outfitters porque o presidente deu muito dinheiro ao Rick Santorum, que disse que se os gays se casarem, mais vale deixar os peixinhos casarem-se. Eu acho que é o comentário mais ignorante de sempre. Para mim, se tiveres que saber alguma coisa, tens que pesquisar a 120%. E se isso quer dizer não comprar nas tuas lojas favoritas, então que seja.

Achas que o Tennessee, de onde vens, está perto de reconhecer a igualdade do casamento?

Eu acho que vai acontecer mais depressa do que noutros lugares no sul. Eu sei que em Nashville, na baixa, vai-se tornar num WeHo. Sabes, há muitas pessoas gay em Nashville a tratar do cabelo – o maior, o melhor! Tens que aceitar o desafio; não tens que gostar, tens que aceitar.

Tens sido chamada lésbica por causa do teu cabelo.
Eu fico tipo, “É suposto ser uma coisa má?” Não me magoa os sentimentos porque não acho que seja mau. É um estereótipo.

Os comentários maus ainda te incomodam?
Já não me podem afetar neste ponto. Eu já tive todas as más críticas. Não há muito por onde possam magoar os meus sentimentos.

E sobre a controvérsia de ‘dancing with Molly’: Afetou-te?
Eu sabia que ia acontecer! É como a Dolly Parton diz: “quanto mais as pessoas falarem sobre o teu recorde, melhor.”

Pedes conselhos à Dolly?
Claro que sim. Eu lembro-me de uma vez que estava a trabalhar com ela num programa de TV quando lhe perguntaram para abotoar a sua camisa. Ela disse, “Vocês sabiam que as minhas mamas são tão grandes como a vossa casa quando me contrataram. Porque é que trariam Dolly Parton aqui se queriam que ela abotoasse a camisa?”

Ela viu o vídeo de “We Can’t Stop”?
Não sei… Eu deixo isso de lado da minha família mais velha. Eu acho que ela iria adorar os ursos, ela provavelmente iria querer um.

Já lhe disseste o que twerk é?
Não, não disse. Não a quero no hip-hop!

 

Fonte | Tradução: MileyForeverFans






✧ Capa de Miley para a Notion Magazine
Publicado em: 29 Agosto, 2013 por aiav Em: Actualizações, Fotos, Scans Comentários: 1 comentário

 

Saíram hoje as capas da revista britânica Notion Magazine e podes vê-las clicando nas miniaturas abaixo:

 






✧ Novas scans
Publicado em: 24 Julho, 2013 por aiav Em: Fotos, Scans Comentários: Nenhum comentário

 

Adicionei na galeria scans exclusivas de Miley numa revista francesa.

Confere as scans:

 

 

Thanks @twilightfanptla






✧ Miley na Cosmopolitan
Publicado em: 26 Janeiro, 2013 por aiav Em: Fotos, Photoshoots, Scans Comentários: Nenhum comentário

Foi divulgada a capa da revista Cosmopolitan onde Miley aparece e mais 2 scans da revista!

A Miley está lindíssima nesta shoot e podem conferir as imagens clicando nas miniaturas abaixo:






✧ Scans Da Revista “Marie Claire”
Publicado em: 11 Agosto, 2012 por aiav Em: Artigos, Fotos, Notícias, Scans Comentários: Nenhum comentário

 

O twitter @StylishCyrus divulgou scans em HQ da revista Marie Claire, onde Miley é capa de Setembro.

Confere os scans: